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22/05/2018
PESQUISA EMPREGO/DESEMPREGO - PED

DESEMPREGO De acordo com a Síntese Metropolitana da Pesquisa Emprego/Desemprego – PED, divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - DIEESE, em dezembro de 2017, frente ao mês anterior, as taxas de desemprego reduziram-se em duas das regiões pesquisadas (18,4% para 17,9% no DF, e 17,2% para 16,9% na Região Metropolitana de S. Paulo), cresceu na Região Metropolitana de Porto Alegre (de 12,6% para 12,8%) e ficou estável na Região Metropolitana de Salvador (estabilizando-se em 23,8%).

Destaca-se o crescimento do tempo médio despendido pelos desempregados na procura de trabalho, que atingiu um ano em S. Paulo (52 semanas) e mais de um ano em Salvador (60 semanas), enquanto a taxa de ocupação se manteve estável. Houve um relevante aumento no nível de ocupação industrial, nas quatro grandes regiões do país. A proporção do emprego privado com carteira assinada no total da ocupação aumentou nas regiões de S. Paulo (de 52,9% para 53,3%), Porto Alegre (de 53,0% para 53,4%) e Salvador (de 47,3% para 48,0%) e caiu no DF (de 41,8% para 41,1%).

Não obstante o aumento do emprego com carteira assinada nas regiões metropolitanas de novembro para dezembro, quando consideramos o país como um todo, verifica-se que foram eliminadas, em dezembro, 328,5 mil vagas formais no mercado de trabalho, segundo o CAGED do Ministério do Trabalho, confirmando o agravamento da situação do emprego formal, que já havia registrado resultado negativo em novembro, quando 12,3 mil vagas foram suprimidas. No ano todo de 2017, o CAGED registra o fechamento de 20,8 mil postos com carteira assinada no país.Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD contínua trimestral (out., nov., dez. 2017) do IBGE, divulgada em janeiro, apontaram uma queda na desocupação em relação ao trimestre anterior (12,0% para 11,8%), puxada pelo crescimento da ocupação sem carteira assinada e dos autônomos. A taxa média de desocupação em 2017 ficou em 12,7%, nível mais alto da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em 2016, essa média era de 11,5%. A mesma PNAD indicou uma estabilidade dos rendimentos médios.

Constata-se, nas pesquisas, que o mercado de trabalho segue patinando, com o fraco ritmo de crescimento da economia. Cabe observar, entretanto, que o desempenho do mercado de trabalho tende a responder com certa defasagem temporal aos ciclos de retração e de expansão nas atividades econômicas. Mas, com o início de vigência da Reforma Trabalhista, há possibilidade de o emprego com mais garantias (com carteira assinada) não reagir em resposta à retomada econômica com o mesmo ímpeto de antes.FINANÇAS PÚBLICAS Os resultados das contas públicas brasileiras, cujo suposto rigor no ajuste foi parte importante do discurso do governo resultante da ruptura institucional de 2016, seguem em níveis bastante preocupantes. O Governo elevou a projeção de déficit em 2017 de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões.

FONTE:DIEESE



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